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	<title>Aborto na Aldeia</title>
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	<description>Entender o aborto</description>
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		<title>Aborto: humanidade humanicida</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões e opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com os cálculos dos peritos, durante o ano de 1970 provocaram-se em todo o mundo mais de cinquenta milhões de abortos. Supondo que esse índice tivesse permanecido igual (embora os últimos dados demonstrem um aumento), e computando apenas os cinco anos seguintes, provocaram-se, portanto, de 70 a 75, duzentos e cinquenta milhões de [...]]]></description>
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		<title>Um código genético único e inalterável</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aborto e ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora o zigoto provenha da fusão dos gâmetas, existe uma diferença essencial entre eles. O espermatozóide e o óvulo contribuem cada um com 23 cromossomas para a constituição do zigoto. O zigoto, porém, não é biologicamente o resultado de uma simples soma do espermatozóide e do óvulo, mas um ser estritamente diferente e original desde [...]]]></description>
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		<title>«Foi como ficar com as mãos manchadas de sangue»</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 22:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas e casos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há vidas complexas que ensinam a muita gente que há caminhos que não vale a pena percorrer. Assim é a vida de Fernando, que, aos 46 anos, deseja dar a conhecer as experiências que teve de aborto provocado e a forma com elas marcaram a sua juventude. Fernando foi cúmplice na morte de vários filhos [...]]]></description>
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		<title>«Sentia-me perseguido pela palavra assassino»</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 22:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas e casos]]></category>

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		<description><![CDATA[António considera-se um jovem do seu tempo. Com os seus 23 anos, foi um fiel utilizador do preservativo, até que um dia um deles falhou e começou a sua cobardia, como ele próprio diz. A falta de comunicação e de confiança que havia entre ele e os pais fizeram-no ver a gravidez da namorada como [...]]]></description>
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		<title>«Toda a gente me dizia: tens de abortar!»</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres que abortaram]]></category>

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		<description><![CDATA[Natália tinha 27 anos quando ficou grávida em consequência de uma única relação sexual com um parceiro que não voltou a ver. A pressão social e do meio em que vivia levou-a a dirigir-se à Clínica Dâtor para abortar com a pílula RU-486. À saída, o seu pesadelo ainda mal tinha começado.
A minha história começou [...]]]></description>
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		<title>«Agora penso no meu bebé a cada instante.»</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres que abortaram]]></category>

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		<description><![CDATA[O testemunho de Maria chega-nos através de uma carta ao director de La Razón, o jornal que a publicou em Janeiro de 2001. Em dois parágrafos apenas, esta mulher de 31 anos conta-nos o que sofre agora depois do aborto e como pede perdão ao seu próprio filho.
Tenho 31 anos e matei deliberadamente o meu [...]]]></description>
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		<title>«Eu tinha apenas 17 anos»</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 22:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres que abortaram]]></category>

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		<description><![CDATA[Os 27 anos de Alicia e a sua jovialidade escondem um sofrimento atroz. Aos 17 anos, fez um aborto, coagida e intimidada pelo companheiro. Reconhece agora que se deixou levar por ele em tudo, e arrepende-se profundamente de ter perdido voluntariamente um filho.
Naquela altura, eu tinha apenas 17 anos. O meu companheiro tinha mais alguns, [...]]]></description>
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		<title>«Sentimos que nos estão a arrancar uma parte do nosso corpo.»</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 22:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres que abortaram]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem 30 anos e foi há dois que abortou numa cidade da Andaluzia. Sofreu maus tratos no âmbito da relação e foi coagida a abortar &#8211; uma situação muito frequente, que é silenciada e pouco denunciada. A relação não acabou bem após o aborto, como é habitual nestes casos. No entanto, há alegria no presente, [...]]]></description>
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		<title>«Comecei a sofrer de insónias, pesadelos, a chorar descontroladamente»</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres que abortaram]]></category>

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		<description><![CDATA[Fátima é uma das mulheres estrangeiras que todos os anos abortam em Espanha. Atravessou o estreito de Gibraltar em busca de progresso e felicidade e acabou por encontrar o sofrimento da morte provocada do seu filho. Aconselhada por parentes e amigos em Espanha, aos 24 anos Fátima fez um aborto que lhe destroçou o coração. [...]]]></description>
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		<title>«Quando me lembro da sensação do aspirador, começo a chorar»</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres que abortaram]]></category>

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		<description><![CDATA[Rosa ficou em pânico quando, aos 31 anos, descobriu que estava grávida do namorado. Se o dissesse na empresa, despediam-na e não podia perder o emprego. Numa semana fez o aborto e começou a sentir uma tristeza e uma ansiedade crescentes. O mundo laboral pode negar a uma mulher aquilo que mais a dignifica: a [...]]]></description>
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