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Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja. O aborto não é definitivamente uma "solução fácil" de um grave problema, mas um acto agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher.
Estudos: estatísticas do aborto
A maioria dos números aqui apresentados tem como fonte instituições norte-americanas que defendem
a prática do aborto
(1). Os dados apresentados em relação aos Estados Unidos têm como único objectivo fornecer informação sobre a prática do aborto induzido num dos países onde esta prática está legalizada de uma forma geral, mesmo até ao momento do nascimento em alguns estados. Entre outras coisas, o exemplo dos EUA revela que a procura de aborto é maior entre mulheres com um bom estatuto económico, ao contrário do argumento de o aborto servir, em primeiro lugar, para as mulheres pobres
que não têm condições para cuidar de mais filhos.
Os dados referentes ao Reino Unido revelam a confusa realidade de um pais desenvolvido onde a procura do aborto induzido aumenta de ano para ano, sobretudo em faixas etárias mais
novas.
A informação relativa à Rússia revela aquilo que muita gente ignora sistematicamente, os efeitos trágicos e permanentes desta prática nas mulheres. As estatísticas da Rússia, e de outros países menos desenvolvidos, deixam também cair por terra o argumento de que a liberalização do aborto é uma característica dos países mais desenvolvidos,
onde os direitos das mulheres estão salvaguardados.
1. © Copyright 1997, 1998,1999-2000, The Alan Guttmacher Institute. (www.agi-usa.org)
© Copyright 1988,
1995, Family Planning Perspectives. / Human Life International.
(Agradecemos a M. D. Mateus
a autorização para publicar na Aldeia este seu trabalho)
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