Aborto: há uma terceira pessoa

A pior verdade só custa um grande desgosto. A menor mentira custa muitos desgostos pequenos E no fim um desgosto grande. (Jacinto Benavente) A um passo de algo que parece importante Quando Macbeth repara em que não há nenhum obstáculo entre si e a coroa da Escócia, a não ser o corpo adormecido de Duncan, [...]

A... [Ler o texto completo]

Conformismo e maturidade moral

O conformismo é uma característica marcante de todos nós que vivemos em grupo e que tendemos a comportarmo-nos e a pensar de acordo com as tendências dominantes do grupo em que nos integramos. A pressão do grupo é fortíssima e praticamente irresistível. O mesmo acontece com os líderes naturais ou fabricados, que detêm influência e poder, sejam eles artistas, filósofos, políticos ou santos, os quais conformam as tendências dominantes dos grupos.

O... [Ler o texto completo]

Fernando Pessoa e o mistério da vida

Não mates nem estragues, porque, como não sabes o que é a vida, excepto que é um mistério, não sabes que fazes matando ou estragando, nem que forças desencadeias sobre ti mesmo se estragares ou matares.

Não... [Ler o texto completo]

Aborto: Pelos direitos das mulheres

Por favor, não tentem enganar-nos. A defesa da liberalização do aborto não tem nada a ver com a defesa dos direitos das mulheres. A defesa dos direitos de uma mulher grávida em dificuldades não tem a ver com a tentativa de a convencerem de que a destruição do seu filho pode ser solução. A defesa dos direitos de uma mulher grávida tem a ver, isso sim, com a apresentação de alternativas que lhe permitam viver bem consigo própria. Essas alternativas – o apoio a futuras mães em dificuldades – já existem e só esperam que para lá continue a dirigir-se quem precisar.

Por... [Ler o texto completo]

Joseph Ratzinger e o aborto

Quando se chegou ao consenso de que uma criança, que se supõe nascerá com deficiências, deve ser abortada para poupar, a ele e às outras pessoas, o peso da sua existência, está-se a fazer um escárnio a todos os deficientes: está-se a dizer-lhes que só existem porque a ciência não tinha ainda alcançado o progresso actual.

Quando... [Ler o texto completo]

Teresa de Calcutá sobre o aborto

Através do aborto, a mãe não aprende a amar, mas mata o seu próprio filho para resolver os seus problemas.

E, através do aborto, diz-se ao pai que ele não tem que ter nenhuma responsabilidade pela criança que ele trouxe ao mundo. Este pai provavelmente vai colocar outras mulheres na mesma situação. Logo, o aborto apenas traz mais aborto.

Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar de qualquer violência para conseguir o que se quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

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