Pró-aborto

Um conjunto de textos que analisam posições de pessoas e instituição a favor do fenómeno do aborto provocado.


A APF e o aborto

A APF e o aborto

“O único caminho que a IPPF e os seus aliados têm para ganhar a batalha a favor do aborto a pedido é através da educação sexual” . [46]
Alan Guttmacher (sucessor de M. Sanger), 1973

A APF é filiada da IPPF (International Planeed Parenthood Federation). As APF são, nas várias nações, o instrumento de que a IPPF se serve para espalhar a sua ideologia e alcançar os seus objectivos. [1]

1. Desde a sua fundação que a IPPF/APFs tem despendido milhares de milhões de dólares para a promoção, em todo o mundo, da educação sexual, da esterilização, da contracepção, e do aborto. No Plano Estratégico Visão Ano 2000 (1992), aprovado unanimemente pelas 140 filiais nacionais (APFs) da IPPF, determina-se a luta e a estratégia para a abolição de todas as leis que ainda proíbem o aborto.

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Aborto: clínicas espanholas

Aborto: clínicas espanholas

Sempre que em Portugal, na última década, há uma investida abortista a maioria dos grandes órgãos de comunicação social bombardeia-nos com uma publicidade escandalosa às “clínicas”, ou melhor, aos abortadouros espanhóis, onde supostamente acorrem sofregamente milhares de portuguesas para executar à morte os seus filhos e filhas nascituros.

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Eles sabem

Eles sabem

Que a vida humana começa no momento da fecundação é um facto não só reconhecido pela ciência, mas também pelos próprios defensores do aborto. Porém, a dissimulação faz parte da estratégia abortista. Negam perante os outros aquilo que lhes é evidente: “Não lhes chameis bebés. Fazei de conta que o não são. Uma vez admitido que o sejam, as vossas argumentações poderiam ser vistas por aquilo que realmente são: razões para o infanticídio.” (Regra principal dos abortistas nos USA, In RANDY ALCORN, “Dalla Parte Della Vita, Astea, 1994, p. 38).

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Quem mata já está morto

Quem mata já está morto

Quero dizer que tanta ou mais compaixão merece quem mata do que quem é morto. Embora, à primeira vista, só se possa classificar de egoísmo feroz a eliminação “in ovo” da mínima probabilidade de um nascimento incómodo, vendo melhor, quem mata já está morto. Não vê nos outros indivíduos seres respeitáveis, porque já não se respeita a si mesmo, porque se considera a si mesmo um ser desprezível.

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