«Foi como ficar com as mãos manchadas de sangue»
Há vidas complexas que ensinam a muita gente que há caminhos que não vale a pena percorrer. Assim é a vida de Fernando, que, aos 46 anos, deseja dar a conhecer as experiências que teve de aborto provocado e a forma com elas marcaram a sua juventude. Fernando foi cúmplice na morte de vários filhos [...]
Há... [Ler o texto completo]
«Sentia-me perseguido pela palavra assassino»
António considera-se um jovem do seu tempo. Com os seus 23 anos, foi um fiel utilizador do preservativo, até que um dia um deles falhou e começou a sua cobardia, como ele próprio diz. A falta de comunicação e de confiança que havia entre ele e os pais fizeram-no ver a gravidez da namorada como [...]
António... [Ler o texto completo]
Aborto: Arrependidas
Mulher que conseguiu a legalização do aborto nos EUA pede que a Suprema Corte suspenda o decreto
Unindo-se ao pedido de Norma McCorvey – “Jane Roe” no caso Roe vs. Wade – para suspender o decreto que, em 1973, legalizou o aborto nos EUA, a conhecida “Mary Doe” do caso Doe vs. Bolton – o seu nome original é Sandra Cano – solicitou também à Suprema Corte que retire a decisão judicial por ter-se baseado “em mentiras e enganos”.
Mulher... [Ler o texto completo]
O abortista
Fui certa vez ouvir uma conferência dada por um médico norte-americano chamado Bernard Nathanson, que, para começar, pousou as mãos abertas sobre a mesa e disse que aquelas mãos tinham feito muitos milhares de vítimas. Era um homem profundamente arrependido, que corria o mundo procurando resgatar alguma paz interior, um homem perseguido por terríveis remorsos. A utilização de uma nova tecnologia para estudar o feto no útero, quando se tornou director de um grande hospital de obstetrícia, fê-lo compreender a enormidade do seu erro.
Fui... [Ler o texto completo]
Aborto: Franco Zeffirelli
“Eu sei bem – explicava – o que significa nascer contra o desejo dos outros, porque sou filho ilegítimo. O meu nascimento foi um escândalo. A minha mãe, que era modista, perdeu toda a clientela que tinha na alta sociedade florentina. E desde o princípio teve que ultrapassar milhares de obstáculos para que eu pudesse nascer. Até a sua mãe, minha avó, queria que abortasse. Diziam que eu estaria condenado ao ostracismo. No entanto, ela negou-se redondamente a abortar.
Aborto: Alicia
A médica que me atendeu foi quem me deu a noticia da minha gravidez. Fiquei gelada… Nesse momento, a última coisa que desejava ouvir era precisamente o que estava a ouvir.
Muito “compreensiva”, a médica, vendo que eu não conseguia parar de chorar perguntou-me: Que pensas fazer? Queres ter a criança?…
Que pergunta! Era óbvio que nessa situação não a queria ter. Disse-lhe que não, e ela disse-me que aqui no México o aborto era ilegal, mas que podia marcar-me uma consulta numa clínica nos Estados Unidos onde o podiam fazer.
Alicia,... [Ler o texto completo]