História do aborto

Um conjunto de textos que analisam o fenómeno do aborto provocado sob um ponto de vista histórico.


História do aborto: o progressismo

História do aborto: o progressismo

Mas surgiu o problema do aborto e, diante dele, o progressismo vacilou. Já não pensou que a vida do feto estava mais desprotegida do que a do operário ou do pobre, talvez porque o feto não tinha voz nem voto, e era politicamente irrelevante.

E começou a ceder os seus princípios: contra o feto, uma vida humana desamparada e desprotegida, podia-se actuar impunemente. Não interessava a sua debilidade se a sua eliminação se fazia através de uma violência silenciosa. Os outros fetos ficariam calados, não se manifestariam nas ruas, não podiam protestar.

O feto passou a ser considerado um intruso inoportuno, como se fosse uma verruga desagradável que tem que desaparecer, como um mal que não se está disposto a suportar.

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Aborto: Reacção em cadeia

Aborto: Reacção em cadeia

Em 1984 a Zita Seabra liderou o processo de legalização do aborto. Este foi legalizado em certos casos até às 12 semanas. Mais tarde, sem ninguém dar conta e sem qualquer contestação social, o aborto foi legalizado até às 16 semanas (é o processo descontrolado!!). Em 1997 a Zita Seabra declarou-se contra os projectos de lei mas, naturalmente, ninguém quis saber da sua opinião. Sem a legalização de 84 não haveria os projectos de 97. Portanto, a Zita Seabra iniciou uma reacção em cadeia que a ultrapassou completamente e que ela, embora tentasse, não conseguiu travar.

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