Breve história do aborto
“Nem sempre se tem em conta que as leis que proíbem o aborto na maioria dos Estados são relativamente recentes. Essas leis, que em geral proíbem o aborto consumado ou tentado em qualquer altura da gravidez salvo quando é necessário para salvar a vida da grávida, não têm origem em tempos remotos. Antes, essas leis foram aprovadas, na maior parte dos casos, nos finais do século XIX…”
(Roe vs Wade. Supremo Tribunal de Justiça dos E.U.A. 1973.)
“Nem... [Ler o texto completo]
Os pais do aborto
a Alemanha de Adolf Hitler foi o segundo estado no mundo que legalizou o aborto – nas nações ocupadas pelos alemães. O próprio Hitler sublinhou que “face à existência de famílias numerosas na população nativa, é para nós muito vantajoso que as raparigas e mulheres façam o maior número de abortos possível”, ameaçando fuzilar “o idiota que quisesse introduzir legislação proibitiva do aborto nos territórios ocupados de leste”
Um... [Ler o texto completo]
Aborto e escravatura
Os abortistas semelham os esclavagistas: em 1857 a Corte Suprema dos USA decretou por uma maioria de 7 contra 2 que os escravos legalmente não eram pessoas e, portanto, estavam privados de protecção Constitucional. Em 1973 a Corte Suprema com igual maioria (7-2) decidiu o mesmo em relação aos bebés, não nascidos. (Cf Alcorn)
Os... [Ler o texto completo]
Aborto: Uma questão religiosa?
Mas o aborto foi legalizado tendo por base os conhecimentos científicos da época. (Grosso modo, cada espermatozóide é um homem que se limita a crescer dentro do útero). Em 1843, o cientista Martin Berry descobriu o processo de reprodução tal como é hoje conhecido. Imediatamente, MÉDICOS e CIENTISTAS iniciaram uma grande campanha para proibir o aborto.
Para... [Ler o texto completo]
História do aborto: o progressismo
Mas surgiu o problema do aborto e, diante dele, o progressismo vacilou. Já não pensou que a vida do feto estava mais desprotegida do que a do operário ou do pobre, talvez porque o feto não tinha voz nem voto, e era politicamente irrelevante.
E começou a ceder os seus princípios: contra o feto, uma vida humana desamparada e desprotegida, podia-se actuar impunemente. Não interessava a sua debilidade se a sua eliminação se fazia através de uma violência silenciosa. Os outros fetos ficariam calados, não se manifestariam nas ruas, não podiam protestar.
Acontece... [Ler o texto completo]
Aborto: Reacção em cadeia
Em 1984 a Zita Seabra liderou o processo de legalização do aborto. Este foi legalizado em certos casos até às 12 semanas. Mais tarde, sem ninguém dar conta e sem qualquer contestação social, o aborto foi legalizado até às 16 semanas (é o processo descontrolado!!). Em 1997 a Zita Seabra declarou-se contra os projectos de lei mas, naturalmente, ninguém quis saber da sua opinião. Sem a legalização de 84 não haveria os projectos de 97. Portanto, a Zita Seabra iniciou uma reacção em cadeia que a ultrapassou completamente e que ela, embora tentasse, não conseguiu travar.
Na... [Ler o texto completo]