Direito de escolha

Um conjunto de textos que analisam o argumento do direito de escolha, frequentemente aplicado ao fenómeno do aborto. A mulher teria direito a decidir sobre a vida do seu filho porque o corpo é seu e pode escolher fazer com ele o que quiser. Parte, portanto, do princípio de que o feto é parte do corpo da mulher. E é um argumento usado para defender a realização do aborto provocado.


Aborto: Direito de escolha

Aborto: Direito de escolha

O direito à escolha é a grande promessa para as mulheres que geralmente está associada à despenalização do aborto. Será tudo, no fim de contas, uma questão de direito a uma suposta escolha? Mas escolha de quê? E de quem?

Ler o texto completo
Aborto e escolha: panorama actual

Aborto e escolha: panorama actual

Em grande parte das clínicas de aborto, a táctica utilizada para “humanizar” esta prática reside na escolha de palavras. Em consultas de obstetrícia, durante o acompanhamento às mulheres grávidas, a palavra “bebé” ou “filho” é usada sem qualquer reserva. Nas clínicas de aborto, por sua vez, a alusão ao bebé ou feto é feita nos termos “ainda não é um bebe”, “ainda não está vivo”, “tecido de gravidez”, “amontoado de células”. E estas descrições são utilizadas por vezes em relação a estados do desenvolvimento fetal no qual o bebé já chupa o dedo, sente dor (um dos aspectos mais ignorados na prática do aborto), apresenta um batimento cardíaco em muitos casos audível com um simples estetoscópio. Para além disto, são utilizados termos como “restabelecer o período menstrual” em alusão ao procedimento do aborto. Até mesmo a palavra “aborto”, que simboliza para muitos a materialização do direito à liberdade, é evitada ao máximo.

Ler o texto completo
Aborto e escolha: consentimento informado

Aborto e escolha: consentimento informado

Para que o aborto possa ser uma escolha de cada mulher, torna-se fundamental o acesso à informação. E qualquer discussão referente a esta questão, que pretenda ser minimamente honesta, tem que ter em conta toda a informação sobre o aborto. Sem saber ao certo o que é o aborto e o que esta prática implica, o que é frequentemente apresentado como “direito à escolha” não é mais do que “direito ao engano”. Só com acesso à informação é possível fazer uma escolha responsável, dar um consentimento informado.

Ler o texto completo
Aborto: Sondagens…

Aborto: Sondagens…

“Sondagens sobre o aborto de 1965 a 1998: Medição ou Influência sobre a opinião pública?”
O Professor Raymond J. Adamek (Departamento de Sociologia, Kent State University) tenta arranjar resposta a esta pergunta através do seu trabalho .

Ler o texto completo
Aborto: escolha de quem?

Aborto: escolha de quem?

Não existem garantias do que a escolha de abortar é uma decisão da mulher que se submete a este procedimento. O argumento baseado na premissa que a liberalização do aborto dá à mulher possibilidade de escolha pode ser, em alguns casos, enganoso. Num livro publicado em 2002 (1), o Dr. Reardon (com inúmeros estudos publicados em jornais científicos sobre assuntos relacionados com o aborto) menciona que 52% das mulheres nos EUA que sofrem de trauma pós-aborto referem ter sido forçadas por outros a fazer um aborto que não desejavam.

Ler o texto completo