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	<title>Aborto na Aldeia &#187; Crianças deficientes</title>
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	<description>Entender o aborto</description>
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		<title>Amniocentese: Nem imaginas!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 18:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Explicaste que, se realmente se verificasse uma doença dessas, poderias abortar e, dessa forma, resolver o problema.

Não te imaginava capaz de matar um filho. Devo ter ficado de boca aberta, porque imediatamente atiraste uma série de justificações. Se eu imaginava como seria a qualidade de vida de uns pais condenados a tratar de um filho gravemente doente. As horas de fisioterapia, os gastos em medicamentos, as faltas ao trabalho. E a qualidade de vida que teria a criança. E o que seria dela depois de os pais morrerem.

Pensei, com tristeza, naquilo que sei acerca da "qualidade de vida" de algumas pessoas que fizeram abortos voluntários. Tenho a certeza de que a qualidade de vida consiste em ter alegria e paz, e de que não é possível tê-las depois de matar um filho.]]></description>
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		<title>Recusei fazer amniocentese</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 18:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando soube que estava grávida de gémeos tinha 38 anos.

A minha médica insistiu bastante para que fizesse a amniocentese. Era quase uma obrigação física e moral para com os bébés e para comigo mesma.

Sabendo os riscos de a realizar, principalmente para eles, não fui capaz e deixei nas mãos de Deus. Quem era eu para decidir acabar com duas vidas com cerca de 4 meses (altura em que saberia a altura dos resultados)? E porque o faria? Por suspeitar de algumas diferenças?

Nem pensar! (A médica achou que eu era irresponsável).]]></description>
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		<title>Um irmão diferente</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 18:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um irmão com 16 anos que diz que ele próprio se afastava das pessoas diferentes até o irmão nascer, e, de repente, começou a dar valor a outras coisas na vida. Começou, inclusivamente, a dar valor ao facto de ele próprio conseguir fazer tudo tão facilmente enquanto o irmão dependia de terapias e de esforços contínuos para tudo. Tudo isto lhe transmitiu uma nova escala de valores.]]></description>
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		<title>Os olhos azuis da minha irmã</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 20:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[A Mónica é a minha irmã e irmã de mais três. Gostamos muito dela e ela é muito feliz. Dá unidade à família, está atenta sempre a todos e a cada um.

A sra. eurodeputada não tem os olhos azuis, mas tem uns olhos tão bonitos como os da Mónica. Tem os talentos e as virtudes de avó e de mãe. E tem dificuldades; certamente também chora e se alegra, é mais uma das pessoas deste nosso planeta que acorda todas as manhãs e lava os dentes.

De certeza que já viu um pobre na rua e lhe estendeu a mão direita (a esquerda) ou as duas, ou olhou para uma prostituta e sentiu pena. De certeza que já ajudou alguém em apuros.

Gostávamos que viesse a nossa casa, provasse os "muffins" que a Mónica faz e visse o gosto com que ela põe a mesa. E descobrisse que esta menina de olhos azuis tem... trissomia 21.]]></description>
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		<title>Um filho para a eternidade</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 20:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela também nos confia a reflexão de um de seus filhos, na noite da morte de seu irmão pequeno: "olhou-me intensamente, e através das suas lágrimas garantiu-me que agora sabia que eu o teria amado, até ao fim, mesmo se ele tivesse tido uma mal-formação!".]]></description>
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		<title>Trissomia 21 e aborto</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 20:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Achámos (o Zeca e eu) que temos os filhos para ELES serem felizes (e não nós - Pais - como muita gente acha). A felicidade é relativa e não passa obrigatoriamente por cursos superiores nem casamentos. Além de que, aprofundando o assunto, estas crianças mongolóides são tão mais descomplicadas que naturalmente são felizes. Fiquei radiante quando me apercebi e me consciencializei de que dos meus três filhos uma já ia ser feliz...aos outros dois eu ainda tinha muito que os ajudar... E isso deu-me imenso conforto!! A mongolóide era certamente a feliz!!! Que bom e maravilhoso ter essa certeza! Quantos de vocês têm essa segurança em relação aos vossos filhos ditos normais?]]></description>
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		<title>Aborto terapêutico</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 20:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se viu, atentar directa e intencionalmente contra a vida do concepto, mesmo quando está em perigo a vida da mãe, é inaceitável. O que é aceitável já foi explicado. Contudo, na base da fé pró-aborto de muitas pessoas está a ideia de que em caso de estar em causa o direito à vida, da mãe, pode-se matar deliberada e intencionalmente o filho.
Daqui é fácil saltar para: "No caso de estar em causa UM direito importante da mãe, pode-se matar deliberadamente o filho". Mas direito "importante" é muito vago e por isso cada pró-aborto cada sentença!]]></description>
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		<title>O meu irmão Martim</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 20:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[E, depois, quando se deita, antes mesmo de fechar os olhos e de cair nos braços de Morfeu, diz, abafado pelos lençois: "Boa noite, mano!" Boa noite Martim. ( Irrita-se imenso quando eu oiço música ao mesmo tempo que leio.)

E então, já a dormir, irremediavelmente destapa os pés.

No entanto, eu já tive mais direitos que o meu irmão Martim. Há apenas quinze anos atrás as nossas vidas poderiam nunca se ter encontrado e o meu irmão poderia estar morto.

Com que direito teve o meu irmão menos direitos que eu? Com que direito o Estado definiu que o meu irmão poderia ter sido morto mesmo antes de nascer e eu não? Porque é que eu tinha o direito à vida e o Martim não?]]></description>
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		<title>Crescer com um irmão diferente</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 20:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto aos meus amigos, têm-me feito ver que tenho muito mais que os outros. Tenho um irmão que é anormalmente simpático, anormalmente comilão, mas sobretudo anormalmente feliz. Poucas são as pessoas que têm essa sorte.

Sinceramente já fui mais receosa relativamente ao seu futuro. O João tem feito enormes progressos, e sei que um dia vai conseguir ter o seu lugar na sociedade: vai demorar mais tempo, mas vai conseguir!]]></description>
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		<title>Há muitos caminhos</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 20:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[E não compreendemos que um deficiente possua a capacidade de ser feliz com a sua deficiência, porque não possuímos essa capacidade. Mas por que razão havíamos de a ter, se não precisamos dela?

Lançámo-nos com todas as forças à tarefa de eliminar da terra as injustiças e os erros da natureza.

Queremos acabar com as anomalias, com o insólito. E o insólito para nós é aquilo que não conseguimos compreender.

Mas eu já vi os cegos rirem.

Encontrei, entre os que sofrem, homens grandes. Os maiores de todos.]]></description>
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