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	<title>Aborto na Aldeia &#187; Consequências psicológicas</title>
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	<description>Entender o aborto</description>
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		<title>Estudos sobre as consequências psicológicas do aborto: visão geral</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 15:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Medo, ansiedade, dor e culpa são apenas alguns dos sentimentos que muitas mulheres que já se submeteram à violenta prática do aborto referem ter com frequência. Em muitos casos torna-se necessário recorrer a tratamento psiquiátrico para fazer face a estes sentimentos. E esta realidade está documentada em inúmeros artigos científicos.

Um estudo retrospectivo com 5 anos de duração realizado em duas províncias canadianas expôs uma utilização de serviços médicos e psiquiátricos significativamente mais elevados por parte de mulheres que já tinham sido sujeitas ao aborto. Ainda mais significativo foi o facto de 25% das mulheres sujeitas ao aborto frequentarem consultas de psiquiatria, comparadas com 3% das mulheres do grupo de controlo. (1)]]></description>
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		<title>Aborto, divórcios e problemas crónicos de relacionamento</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 15:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mulheres que se submeteram a um aborto demonstram maior propensão para relacionamentos mais curtos e para o divórcio. Este facto pode dever-se a baixa auto-estima, menor confiança nos homens, disfunções sexuais, abuso de drogas ou álcool, incidência elevada de depressões, ansiedade, e temperamento instável. Mulheres que se submeteram a mais de um aborto (cerca de 45% nos EUA- Facts in Brief: Induced Abortion. The Alan Guttmacher Institute, 1996.) têm maior probabilidade de se tornarem mães solteiras e de necessitar de assistência social.]]></description>
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		<title>Aborto e depressão</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 15:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo recente sugere que as mulheres que abortam na sua primeira gravidez não desejada têm maior propensão para o suicídio, aumento do abuso de drogas e para a depressão clínica, do que mulheres que levam a sua gravidez não intencional até ao fim. Este estudo publicado num prestigiado jornal científico de medicina, foi levado a cabo por uma organização Norte Americana de investigação e educação que estuda as complicações pós-aborto e fornece programas de aconselhamento para as mulheres.]]></description>
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		<title>Aborto: Consequências psíquicas para a mulher</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 14:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aborto e ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>
		<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[critérios científicos]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora não haja propriamente consenso entre os psiquiatras sobre a existência de um síndrome pós-aborto, a verdade é que existem inúmeros estudos publicados que indicam a existência de uma relação entre a prática de aborto e um risco acrescido de perturbações psiquiátricas. As patologias associadas são várias: perturbações depressivas e ansiosas, disfunções sexuais, ideação suicida e comportamentos suicidários, abuso de álcool e drogas, stresse pós-traumático, etc. Esta última patologia acaba por ser aquela que mais se aproxima do designado “síndrome pós-aborto”. Nesta situação, observa-se a presença de uma constelação de sinais e sintomas, cuja origem se encontra relacionada com a experiência de um evento traumático, e que neste caso corresponde ao aborto.]]></description>
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		<title>Aborto e trauma</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 14:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A experiência do aborto pode ser traumática para as mulheres por variadas razões. Muitas são forçadas a fazê-lo pelos maridos, namorados, pais ou outros (casos recentes reportados nas notícias mostram que muitas prostitutas são obrigadas pela “entidade empregadora” a submeter-se a abortos sempre que engravidam). Se a vida destas mulheres é caracterizada pelo abuso resultante do domínio forçado por parte de outra pessoa (o marido será um exemplo frequente em Portugal), a sujeição a um aborto não desejado pode ser encarada como a humilhação ou violação final.]]></description>
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		<title>Stresse Pós-aborto</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 14:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O stress psicológico como consequência de um aborto parece ser maior do que antes se pensava. Um estudo recente que incluiu 331 mulheres russas e 217 mulheres americanas que se submeteram a um aborto parece demonstrar essa realidade (2). Entre outras coisas, este estudo revelou que:
65% das mulheres americanas sondadas experimentou múltiplos sintomas de desordem de stress pós-traumático, os quais atribuíam ao seu aborto.
64% das mulheres americanas sentiram-se pressionadas por outros a escolher o aborto, em comparação com 37% das mulheres russas.
De um modo geral, as mulheres referiram mais reacções negativas do que positivas.
A reacção positiva mais mencionada foi o alívio, mas apenas 7% das mulheres russas e 14% das americanas a mencionaram.]]></description>
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		<title>Aborto e ansiedade</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 14:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comparadas com mulheres que levam a sua gravidez não intencional até ao fim, as que abortam uma gravidez não intencional têm maior probabilidade de experimentar problemas subsequentes de ansiedade. Esta constatação é o resultado de um estudo recente (1) publicado num jornal científico dedicado a desordens ligadas com a ansiedade, realizado entre 10,847 mulheres com idades entre os 15 e os 34 anos que experimentaram uma primeira gravidez não intencional e sem qualquer historial de ansiedade. Os investigadores que realizaram este estudo descobriram que as mulheres que decidiram abortar tinham 30% maior probabilidade de mencionar sintomas subsequentes associados a um diagnostico de desordem generalizada de ansiedade.]]></description>
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		<title>Aborto e tentativas de suicídio</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 17:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma investigação levada a cabo na Finlândia identificou uma forte associação estatística entre o aborto e o suicídio. A taxa de suicídio num período de um ano após o aborto era três vezes superior a todas as mulheres de uma forma geral, sete vezes superior à taxa verificada entre mulheres que tinham levado a gravidez até ao fim, e quase duas vezes superior à taxa entre mulheres cuja gravidez tinha sido interrompida por causas naturais. As tentativas de suicídio pareceram ter particular incidência entre adolescentes sujeitas a um aborto.]]></description>
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		<title>Aborto e disfunção sexual</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 15:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências psicológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo mostra que entre 30% a 50% das mulheres que abortam referem experiências de disfunção sexual, tanto de curta ou longa duração, com início imediato após o aborto.]]></description>
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		<title>Aborto e consumo de tabaco, álcool e drogas</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 14:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relação entre o aborto e o abuso de substâncias (drogas e álcool) tem sido estabelecida em estudo recentes. Um destes estudos, realizado entre 749 mulheres que tiveram a sua primeira gravidez não intencional e 1144 mulheres que nunca estiveram grávidas, revela que as mulheres que optaram pelo aborto têm maior probabilidade de reportar, em média quatro anos após o aborto, uma utilização mais frequente de álcool, marijuana e cocaína.]]></description>
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