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	<title>Aborto na Aldeia &#187; Consequências físicas</title>
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	<description>Entender o aborto</description>
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		<title>Estudos sobre as consequências físicas do aborto: visão geral</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 16:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao referir que o aborto induzido é 10 vezes mais seguro do que um parto, a propaganda de muitas clínicas de aborto (em países onde a prática está legalizada) cria uma falsa sensação de segurança nas mulheres que procuram os seus serviços. No entanto, esta prática está longe de ser segura. As mulheres que se submetem a um aborto induzido colocam a sua saúde em risco. Mesmo que o procedimento cirúrgico possa correr bem, a mulher não está livre de ter problemas a longo prazo. Em alguns casos, a prática do aborto pode resultar na morte da mulher. As principais causas de morte relacionadas com o aborto induzido resultam de infecções, hemorragias e perfurações uterinas.]]></description>
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		<title>Aborto e incompetência cervical</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 16:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O resultado, a incompetência cervical, poderá manifestar-se numa gravidez futura. A mulher pode não conseguir manter o feto até ao fim do período de gestação porque o músculo que mantém o útero fechado suportando o feto está relaxado. Noutras palavras, o colo do útero torna-se fraco e não consegue permanecer fechado e suportar o peso de um feto em crescimento numa gravidez.]]></description>
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		<title>Aborto e cancro cervical, dos ovários e do fígado</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 16:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comparadas com mulheres que nunca realizaram um aborto, as mulheres que realizam um aborto têm um risco relativo de 2,3 de desenvolver cancro cervical (do colo uterino) e, mulheres com dois ou mais abortos realizados, enfrentam um risco relativo de 4,92. Riscos semelhantemente elevados de cancro dos ovários e do fígado têm sido ligados a um ou mais abortos. Este aumento de incidência de cancro em mulheres que recorreram a um aborto induzido está aparentemente ligado à interrupção anormal das alterações hormonais características da gravidez e a danos cervicais não tratados.]]></description>
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		<title>Aborto e cancro da mama</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 19:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[“Os resultados suportam a inclusão do aborto induzido entre os factores independentes de risco significante de cancro da mama (...). Apesar do aumento de risco ter sido relativamente baixo, a elevada incidência do cancro da mamã e do aborto induzido sugerem um impacto substancial de milhares de casos de excesso por ano actualmente, e um impacto potencialmente maior no próximo século, à medida que o primeiro grupo de mulheres expostas ao aborto legal induzido continuar a envelhecer.”]]></description>
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		<title>Aborto e doença pélvica inflamatória</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 16:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A DPI é uma doença infecciosa do trato genital superior que pode afectar o útero, ovários, trompas de Falópio e outras estruturas relacionadas. Quando não tratada, esta condição pode causar infertilidade, dores pélvicas crónicas, e aumentar o risco de gravidez ectópica que pode colocar a vida da mulher em perigo. Das pacientes com uma infecção de clamídia [ género de microrganismos patogénicos para diversos animais e para o homem ] na altura do aborto (cerca de 20 a 27% das pacientes que se submetem a um aborto), 23% desenvolve a DPI dentro de quatro semanas. Aproximadamente 5% das pacientes não infectadas com clamídia desenvolvem DPI nas quatro semanas após um aborto no primeiro trimestre.]]></description>
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		<title>Relação entre aborto e cancro da mama</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 19:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1970, a Organização Mundial de Saúde – World Health Organization (W.H.O.) – publicou os resultados da sua investigação sobre a experiência reprodutiva em relação à incidência do cancro da mama. O estudo, no qual tomaram parte mais de 17 mil mulheres em sete lugares de quatro continentes, obteve informações que são indiscutíveis ainda muitos [...]]]></description>
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		<title>Investigação sólida Aborto cancro da mama</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando em 1993 ouvi falar pela primeira vez da relação entre aborto [provocado] e cancro da mama julguei que se tratava de uma fantasia pró-vida. “Estão loucos”, foi o meu juízo imediato. Apesar disso comecei a questionar as minhas pacientes com cancro da mama sobre as suas gravidezes e a sua trajectória. Os resultados surpreenderam-me.]]></description>
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		<title>Aborto e placenta prévia</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 16:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O resultado de um aborto pode reflectir-se numa gravidez futura. O aborto aumenta entre sete a quinze vezes o risco de placenta prévia (quando a placenta se instalada próxima do colo do útero, uma condição clínica que coloca em risco a vida da mãe e do feto “desejado”) durante estados mais avançados de gravidez.]]></description>
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		<title>Aborto e infecções</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 17:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A infecção do trato genital é uma complicação que surge com frequência após um aborto induzido. Uma outra complicação que pode levar à morte da mulher é a formação de um abcesso pélvico, que resulta quase sempre de uma perfuração do útero ou, em alguns casos, também dos intestinos.]]></description>
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		<title>Aborto e endometrite</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 15:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consequências físicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A endometrite (inflamação ou irritação do endométrio) é um risco pós-aborto para todas as mulheres, especialmente para as adolescentes, que têm 2,5 vezes mais probabilidade do que mulheres entre os 20 e 29 anos de contrair esta condição após um aborto.]]></description>
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