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	<title>Aborto na Aldeia &#187; Slogans</title>
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	<description>Entender o aborto</description>
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		<title>Slogan aborto: Pobres e deficientes</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 18:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma outra ideia vulgar: «E nos casos em que o bebé é deficiente ou a mãe é demasiado pobre para o sustentar?»

Sobre isto diga-se o seguinte:

1. Imagine-se que um bebé nasce deficiente. Pode-se matar? Se sim, então não se está a discutir o aborto: está-se a discutir a eliminação dos deficientes. E se é esta que está em jogo, então o melhor é defender que se deixem nascer todas as crianças e, se se apurar que são deficientes, matam-se nessa altura. Claro está que algumas deficiências só são detectadas ao fim de alguns dias, de alguns meses ou até de anos. Por isso, há que legalizar a eliminação de deficientes em todos esses casos. Há também que não esquecer as pessoas que nascem normais mas que em dada altura, por acidente, ficam deficientes.]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Personalidade jurídica</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 18:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro slogan vulgar: «O aborto é aceitável porque a personalidade jurídica começa no nascimento».

Sobre isto diga-se o seguinte:

1. Aceitando este slogan teremos de aceitar todos os abortos, por qualquer razão, durante os nove meses. Se ninguém aceita esta realidade, então tem de rejeitar o argumento que a ela conduz.]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Ninguém é obrigado a abortar</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 18:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[Obrigar uma pessoa a abortar é, evidentemente, um crime abominável. Simplesmente não é esse o crime que está aqui em discussão: ninguém está a discutir o aborto obrigatório, para que os defensores do aborto se defendam dizendo que não estão a obrigar ninguém a abortar. O que se pretende saber é se o aborto voluntário é aceitável ou não. O que se pretende saber é se o bebé não nascido tem direito à vida ou não. Para que o não tenha é preciso distingui-lo dos outros seres que têm direito à vida. Onde está a distinção? Certamente que não é este slogan a fazê-la.]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Mulher e médico</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[O aborto (indirecto) poderá ser um assunto entre a mulher e o seu médico, nos casos raros em que há perigo de vida para a mãe e existe um tratamento que pode salvar a sua vida. Nesse caso é que se trata de um acto médico e nesse caso é que a mãe pode decidir renunciar ao tratamento que a pode salvar, arriscando nisso a vida. Mas, como já vimos, estes casos não chegam a 1% dos abortos. Nos restantes não há acto médico: há a perversão da medicina que em vez de ser usada para curar é usada para matar. Há também a quebra de confiança nos médicos: não lhe parece óbvio que o empenho e o cuidado fica muito erodido no médico que aborta bebés nas camas 2, 4 e 6, e assiste partos nas camas 1,3 e 5? E não será verdade que o mesmo médico que mata o filho novo a pedido dos pais vai matar os pais velhos a pedido do filho? Que espécie de médicos são estes?]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Impor moralidade</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro slogan vulgar postula o seguinte: «Proibir o aborto é legislar moralidade. Pessoalmente sou contra o aborto, mas não posso impor as minhas convicções morais aos outros». E o slogan companheiro deste é assim: «Portugal é um Estado laico, há separação entre a Igreja e o Estado. Logo não se pode legislar moralidade, ou fazer leis de base religiosa».

Sobre isto diga-se o seguinte:]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Aborto e liberdade de escolha</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[«A mulher deve ter a possibilidade de escolher o que lhe parece melhor. Numa sociedade democrática as pessoas são livres. Eu não sou a favor do aborto: sou a favor da liberdade de escolha.»

Uma vez mais este slogan tem problemas graves:

1. «A mulher deve ter a possibilidade de escolher o que lhe parece melhor. Numa sociedade democrática as pessoas são livres. Eu não sou a favor do infanticídio: sou a favor da liberdade de escolha.»

2. «Toda a pessoa deve ter a possibilidade de escolher o que lhe parece melhor. Numa sociedade democrática as pessoas são livres. Eu não sou a favor da escravatura: sou a favor da liberdade de escolha.»]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Os homens não podem falar</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[«O aborto é uma questão que só diz respeito às mulheres. Não deveria ser discutida nem decidida por homens».

1. Da mesma forma se pode dizer: «O roubo é uma questão que só diz respeito aos ladrões. Não deveria ser discutida nem decidida por pessoas honestas».

2. «A escravatura é uma questão que só diz respeito aos proprietários. Não deveria ser discutida por quem não tem escravos».]]></description>
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		<title>Abortam-se fetos e não bebés</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um slogan muito vulgar: «O aborto mata um feto, não mata um bebé.»

Mas também este slogan tem muitos problemas:

1. Da mesma forma se pode dizer: «O infanticídio não é homicídio. Mata-se um bebé, não se mata um adulto (ou uma pessoa).»

2. «Um escravo é um preto, não é uma pessoa.»

3. «Eu bato numa mulher, a minha mulher, não bato numa pessoa».]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Discriminação</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[Slogan: «Proibir o aborto é uma discriminação das mulheres pobres. As ricas podem ir ao estrangeiro, ou a clínicas privadas, fazer o aborto com toda a segurança. As pobres sujeitam-se a sórdidos vãos de escada».

Sobre isto diga-se o seguinte:

1. «Proibir a escravatura é uma discriminação das mulheres pobres. As ricas podem contratar empregadas que lhes fazem todo o serviço. As pobres têm que fazer o trabalho pelas suas mãos».]]></description>
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		<title>Slogan aborto: Despenalização do aborto</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 17:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Slogans]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro refrão repetido até á saciedade diz o seguinte: «Não se quer legalizar nem liberalizar o aborto: quer-se despenalizar.»

 Sobre isto diga-se o seguinte:

1. Afinal como ficou resolvida a questão entre seres humanos e pessoas? E afinal os seres humanos têm direito à vida ou não? Se têm, então a lei do aborto quer despenalize quer legalize é uma lei injusta porque nega a um grupo de seres humanos o direito à vida. Se os seres humanos não têm direito à vida, porque é crime tirar-lha? O melhor seria descriminalizar aquilo que, de facto, não é crime. Ou não será assim?]]></description>
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