Aborto e ciência

Um conjunto de textos que analisam o aborto sob um ponto de vista científico. Não se pode encarar o aborto sem o relacionar com a realidade material que é constituída pelo embrião ou pelo feto. O aborto elimina-os, mas o que são eles na verdade, cientificamente?


Aborto: Critérios científicos

Aborto: Critérios científicos

[A lei] permite o aborto de deficientes até à décima sexta semana. A primeira pergunta que ocorre é, naturalmente, esta: “porque é que as razões que tornam aceitável o aborto de um deficiente com 16 semanas, não permitem justificar o aborto do mesmo deficiente às 17 semanas?”
A resposta habitual dos pró-aborto consiste em afirmar que na base destes prazos estão dados científicos sobre a natureza dos “fetos”. Contudo, nunca ninguém viu esses dados científicos, embora a sua apresentação fosse absolutamente fulcral e, além do mais, algo a que todas as pessoas honestas deveriam estar obrigadas.

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O princípio do ser humano

O princípio do ser humano

(*) Artigo do Prof. Jerôme Lejeune (o pesquisador francês que identificou a origem genética da chamada Síndrome de Down) publicado sob este título em Laissez-les vivre, Éd. Pierre Lethielleux, Paris, 1975, págs. 17-29. A CÉLULA ORIGINAL E O GRAVADOR A transmissão da...
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Frases do Professor Lejeune

Frases do Professor Lejeune

Frases do Prof. Lejeune (o pesquisador francês que identificou a origem genética da chamada Síndrome de Down) “Se um óvulo fecundado não é por si só um ser humano, ele não poderia tornar-se um, pois nada é acrescentado a ele.” “Penso pessoalmente que...
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Três razões médicas para ser a favor da Vida e contra o aborto

Três razões médicas para ser a favor da Vida e contra o aborto

Uma mulher normal, com uma gravidez normal e com um feto, em desenvolvimento, normal, não é uma pessoa doente. Por isso, ao Médico apenas cabe uma intervenção de vigilância que, em muitos países, é feita por Enfermeiras especializadas e o Médico só é chamado a intervir quando há risco de doença e a gravidez passa a ser classificada como gravidez de risco. Portanto, destruir um feto em desenvolvimento não é um acto médico, porque a gravidez não é uma doença. Nenhum Médico o pode praticar em circunstância nenhuma.

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Crianças, enfim

Crianças, enfim

A minha mente de médico recusa fechar os olhos à evidência. E, por isso, e porque para os médicos a vida humana é sagrada, recuso-me a aceitar o aborto provocado, porque para um médico a morte nunca é solução. Tem de haver outra saída. Há sempre outra saída. É preciso imaginação para a descobrir, coragem e inteligência para a pôr em prática. Mas a morte, nunca! O aborto provocado, nunca!

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