aborto na Aldeia

Pesquisa | Contacto | Colaboração | Novidades por e-mail

 

Aborto

 

Samuel Alexander Armas espinha bífida

Pesquisa

início

aborto e ciência

estudos

fotos de abortos

o que se mata

desenvolvimento embrionário

os métodos

consequências

história

slogans

palavras

crianças deficientes

aborto e leis

pessoas e casos

arrependimento

apoio à vida

relações

reflexões e opiniões

pró-aborto

Poesia

 

 

 

 

Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja. O aborto não é definitivamente uma "solução fácil" de um grave problema, mas um acto agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher.

Estudos: aborto e hemorragias

 

O sangramento após um aborto induzido é geralmente semelhante ao período menstrual normal. Mas as hemorragias são frequentes após um aborto induzido e podem indicar que partes da placenta ainda ficaram dentro do útero. Quase sempre a mulher recupera mas, em alguns casos, torna-se necessária uma transfusão de sangue. Em casos de clínicas mal preparadas (em que é elevada percentagem em todos os países onde o aborto é legal), este tipo de problemas implica que a mulher seja transferida para um hospital de modo a poder receber uma transfusão de sangue e ser sujeita a uma cirurgia de emergência. Atrasos neste processo têm sido apontados como a causa de morte de muitas mulheres que se submetem a um aborto induzido. Quando a hemorragia resulta de partes da placenta que ainda ficaram dentro do útero, a mulher tem que se sujeitar de novo a um procedimento semelhante ao do aborto (geralmente por aspiração). É necessário realçar que um aborto realizado em clínicas especializadas não resolve este problema, porque ainda assim a mulher tem de ser transferida para um hospital.

 

(Agradecemos a M. D. Mateus a autorização para publicar na Aldeia este seu trabalho)

Voltar a estudos sobre o aborto

 

  

feto

imagens

Desenvolvimento embrionário

Apoio a grávidas em risco

«Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio se transformou em dever de todo o ser inteligente». (Georges Orwell)